Você está insegura
Não sei o motivo
Você está virando cabeças quando você caminhar através da porta
Não precisa maquiagem
Para encobrir
Sendo a maneira que você é, é o suficiente
Todos na sala podem vê-la
Todos os outros, mas você
Baby, você acende o meu mundo como ninguém
A maneira que você vira o cabelo deixa-me oprimido
Mas quando sorri para o chão, não é difícil dizer
Você não sabe oh oh
Você não sabe que você é linda oh oh
Mas isso é o que te faz bela
Então vamos lá menina
Você entendeu errado
Para provar que estou certo que eu colocá-la em uma canção
Eu não sei porque
Você está sendo tímida
E afasta-se quando eu olho em seus olhos
Todos na sala podem vê-la
Todos os outros, mas você
Baby, você acende o meu mundo como ninguém
A maneira que você vira o cabelo deixa-me oprimido
Mas quando sorri para o chão, não é difícil dizer
Você não sabe oh oh
Você não sabe que você é linda oh oh
Mas isso é o que te faz bela
Isso é o que te faz bela
Baby, você acende o meu mundo como ninguém
A maneira que você vira o cabelo deixa-me oprimido
Mas quando sorri para o chão, não é difícil dizer
Você não sabe oh oh
Você não sabe que você é linda oh oh
Isso é o que te faz bela
Baby, você acende o meu mundo como ninguém
A maneira que você vira o cabelo deixa-me oprimido
Mas quando sorri para o chão, não é difícil dizer
Você não sabe oh oh
Você não sabe que você é linda
Se apenas você viu o que eu posso ver
Você vai entender porque eu quero você tão desesperadamente
Agora eu estou olhando para você e eu não posso acreditar
Você não sabe oh oh
Você não sabe que você é linda oh oh
Mas isso é o que te faz bela.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
"Os único presentes do mar são duros golpes, e de ocasionalmente a chance de sentir-se forte. Bom, eu não sei muito sobre o mar, mas eu sei que esse é o jeito que é por aqui. E eu também sei quão importante é na vida, não necessariamente ser forte, mas sentir-se forte, para medir-se ao menos uma vez, para encontrar-se ao menos uma vez na mais antiga das condições humanas, encarando a rocha surda e muda sozinho, com nada para te ajudar a não ser suas mãos e sua própria cabeça."
(Trecho do filme Na Natureza Selvagem)
domingo, 27 de março de 2011
Filho único
Você me quer?
Você cuida de mim?
Mesmo que eu seja uma pessoa egoísta e ruim?
Você me aceita
E me dá a receita
De como conviver com um monstro mesquinho e careta?
Você me respeita
Não grita comigo
Mesmo que eu tente tudo pra te irritar
Você tem que entender
Que eu sou filho único
Que os filhos únicos são seres infelizes
Eu tento mudar
Eu tento provar que me importo com os outros
Mas é tudo mentira (tudo mentira)
Estou na mais completa solidão
Do ser que é amado e não ama
Me ajude a conhecer a verdade
A respeitar meus irmãos
E a amar quem me ama...
Você cuida de mim?
Mesmo que eu seja uma pessoa egoísta e ruim?
Você me aceita
E me dá a receita
De como conviver com um monstro mesquinho e careta?
Você me respeita
Não grita comigo
Mesmo que eu tente tudo pra te irritar
Você tem que entender
Que eu sou filho único
Que os filhos únicos são seres infelizes
Eu tento mudar
Eu tento provar que me importo com os outros
Mas é tudo mentira (tudo mentira)
Estou na mais completa solidão
Do ser que é amado e não ama
Me ajude a conhecer a verdade
A respeitar meus irmãos
E a amar quem me ama...
( Do eterno Cazuza)
quinta-feira, 24 de março de 2011
perfeição
Hoje parei pra refletir sobre a perfeição.
Ninguém é perfeito, e todo mundo é perfeito na sua própria maneira.
Mas e eu? Eu sou perfeita? Eu sou imperfeita? Acabei descobrindo que de todos os defeitos, eu tenho o pior deles.
Descobri que sou aquela pessoa chata que fica implicando com todo mundo, aquela que não consegue ver você fazendo nada que quer corrigir e fazer do jeito dela. Sou aquela que pega no seu pé, te faz mil perguntas quando você chega 5 minutos atrasado. Aquela que morre de ciúmes até dos seus melhores amigos, simplesmente porque tem inveja da sua vida e queria que os seus amigos fossem dela também.
Sou aquela que queria ter a vida igual à sua, a que critica os seus defeitos sem pensar nos dela. Aquela que reclama de você na cara sem medo de te magoar, e morre de raiva quando você vem pedir com educação que seja mais cautelosa com as palavras.
Sou aquela que tem a voz mais irritante do mundo, que conversa como criança quando quer alguma coisa, e quando tá contando algum caso, sobe o tom de voz ao máximo até todos implorarem pra calar a boca. Aquela que fala coisas erradas demais, nas horas mais erradas.
Sou do tipo carente, que gosta de chamar a atenção. A que tá sempre com um sorriso incansável no rosto, mesmo desmoronando por dentro. A que não deixa transparecer sua mágoa, mas que cospe tudo na cara da primeira pessoa que passa na frente.
Aquela que chora sozinha, e que deseja o tempo todo ter nascido outra pessoa. Aquela que sente vontade de não existir, pra não magoar mais ninguém com os espinhos que saem da boca. Aquela que se arrepende de tudo que faz, mas não se controla antes de fazer. Aquela que não pensa antes de falar algo que machuque, mas pensa mil vezes antes de pedir desculpas.
Aquela que percebe quando as pessoas não estão mais agüentando ouvir o que ela fala, mas continua falando incessantemente. A que sente falta de um ombro amigo, um abraço aconchegante, a carente que faz tudo pra ter um consolo, mas não deixa ninguém se aproximar, por medo de perder o que conquistou. E acaba perdendo.
Sou a exagerada. Que ama demais, odeia demais, chora demais, fala demais, anda demais, sofre demais, se isola demais, que é covarde demais, e depois se arrepende demais.
Sou aquela que num dia é a pessoa mais feliz do mundo, se entrega de cabeça, e se esquece de esconder. E quando se deixa conhecer demais, se arrasa e deseja não mais viver.
Enfim. Aquela que odeia seus próprios defeitos, mas não tem coragem pra mudar.
E ai? Alguém disposto a encarar?
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Faz parte
Por um pedaço de pão, por uma estória pra contar
Por acaso, por um triz, só pra contrariar tua direção
Tua mão a indicar o rumo certo, o caminho mais curto
Não vou agora, não: não quero te encontrar
Preciso me perder como preciso de ar
Perder o rumo é bom se perdido a gente encontra
Um sentido escondido em algum lugar
Devolva-me o que você levou... ou
Leve-me contigo: perca-se comigo
Sempre me perco pelas mesmas ruas
Não trago mapas, não leio as placas
Não sigo pegadas quando sei que são tuas
Não vou agora, não: não quero te encontrar
Preciso me perder como preciso de ar
Se perdi o tom foi pra escapar da tua atração:
Canto de sereia em alto mar
Devolva-me o que você levou... leve-me contigo: perca-se comigo
Por acaso, por um triz, só pra contrariar tua direção
Tua mão a indicar o rumo certo, o caminho mais curto
Não vou agora, não: não quero te encontrar
Preciso me perder como preciso de ar
Perder o rumo é bom se perdido a gente encontra
Um sentido escondido em algum lugar
Devolva-me o que você levou... ou
Leve-me contigo: perca-se comigo
Sempre me perco pelas mesmas ruas
Não trago mapas, não leio as placas
Não sigo pegadas quando sei que são tuas
Não vou agora, não: não quero te encontrar
Preciso me perder como preciso de ar
Se perdi o tom foi pra escapar da tua atração:
Canto de sereia em alto mar
Devolva-me o que você levou... leve-me contigo: perca-se comigo
(Faz Parte - Engenheiros do Hawaii)
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Se acontecer
As estrelas brilham sem saber,
Mas cada vez melhor
Pois foi só você aparecer
Todas desceram pra ver
Você brilhar de cor.
O que mais chamou minha atenção?
Sua expressão sutil
Isso eu já não posso esquecer
Porque não foi só visão,
O coração sentiu.
A tenda da noite enche de sombra
Um sonhar vazio
Percorri tantas fontes até ver você
Sair do nada pros meus horizontes
Que a manhã pura e sã
Com as mãos de jasmim vá roçar seu rosto
Pro amor ardente despertar por mim
Deus é pai, vai saber
Se acontecer, serei seu até o fim!
Em tempo de chuva, que chova:
Eu não largo da sua mão!
Nem que caia um raio
Eu saio sem você na imaginação.
Mas cada vez melhor
Pois foi só você aparecer
Todas desceram pra ver
Você brilhar de cor.
O que mais chamou minha atenção?
Sua expressão sutil
Isso eu já não posso esquecer
Porque não foi só visão,
O coração sentiu.
A tenda da noite enche de sombra
Um sonhar vazio
Percorri tantas fontes até ver você
Sair do nada pros meus horizontes
Que a manhã pura e sã
Com as mãos de jasmim vá roçar seu rosto
Pro amor ardente despertar por mim
Deus é pai, vai saber
Se acontecer, serei seu até o fim!
Em tempo de chuva, que chova:
Eu não largo da sua mão!
Nem que caia um raio
Eu saio sem você na imaginação.
( Se Acontecer - Djavan)
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Casa
| Primeiro era vertigem |
Como em qualquer paixão
Era só fechar os olhos
E deixar o corpo ir
No ritmo.
Depois era um vício
Uma intoxicação
Me corroendo as veias
Me arrasando pelo chão
Mas sempre tinha
A cama pronta
E rango no fogão...
Luz acesa
Me espera no portão
Prá você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê!
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez...
Às vezes a tormenta,
Fosse uma navegação.
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que não
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão
Tanto gozo e sussurro
Já impressos no colchão...
Pois sempre tem
A cama pronta
E rango no fogão...
Luz acesa
Me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
E vê!
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez...
Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
Logo mais era um vício
Me arrasando pelo chão...
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que não
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão...
Pois sempre tem
A cama pronta
E rango no fogão...
Luz acesa
Me espera no portão
Prá você ver
Que eu tô voltando prá casa
Me vê!
Que eu tô voltando prá casa...
Vê!
Que eu tô voltando prá casa
Vê!
Que eu tô voltando prá casa
Outra vez...
Eu tô voltando prá casa
Eu tô voltando!
Era só fechar os olhos
E deixar o corpo ir
No ritmo.
Depois era um vício
Uma intoxicação
Me corroendo as veias
Me arrasando pelo chão
Mas sempre tinha
A cama pronta
E rango no fogão...
Luz acesa
Me espera no portão
Prá você ver
Que eu tô voltando pra casa
Me vê!
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez...
Às vezes a tormenta,
Fosse uma navegação.
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que não
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão
Tanto gozo e sussurro
Já impressos no colchão...
Pois sempre tem
A cama pronta
E rango no fogão...
Luz acesa
Me espera no portão
Pra você ver
Que eu tô voltando pra casa
E vê!
Que eu tô voltando pra casa
Outra vez...
Primeiro era vertigem
Como em qualquer paixão
Logo mais era um vício
Me arrasando pelo chão...
Pode ser que o barco vire
Também pode ser que não
Já dei meia volta ao mundo
Levitando de tesão...
Pois sempre tem
A cama pronta
E rango no fogão...
Luz acesa
Me espera no portão
Prá você ver
Que eu tô voltando prá casa
Me vê!
Que eu tô voltando prá casa...
Vê!
Que eu tô voltando prá casa
Vê!
Que eu tô voltando prá casa
Outra vez...
Eu tô voltando prá casa
Eu tô voltando!
(Casa - Lulu Santos)
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Tudo Bem
Já não tenho dedos pra contar
De quantos barrancos despenquei
E quantas pedras me atiraram
E quantas atirei
Tanta farpa, tanta mentira
Tanta falta do que dizer
Nem sempre é so easy se viver
Hoje não consigo mais me lembrar
De quantas janelas me atirei
E quanto rastro de incompreensão
Eu já deixei
Tantos bons, quantos maus motivos
Tantas vezes desilusão
Quase nunca a vida é um balão
Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
Encostar no teu peito
E se isso for algum defeito por mim
Tudo bem
De quantos barrancos despenquei
E quantas pedras me atiraram
E quantas atirei
Tanta farpa, tanta mentira
Tanta falta do que dizer
Nem sempre é so easy se viver
Hoje não consigo mais me lembrar
De quantas janelas me atirei
E quanto rastro de incompreensão
Eu já deixei
Tantos bons, quantos maus motivos
Tantas vezes desilusão
Quase nunca a vida é um balão
Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
Encostar no teu peito
E se isso for algum defeito por mim
Tudo bem
(Tudo Bem - Lulu Santos)
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Bolhas de Sabão
Tudo que mereço teve um preço que não cabe discutir
O que passou não vale a pena
Quero o que tem por vir
Foi sempre assim e sempre vai ser
Nós queremos sempre mais
Tudo não satisfaz
Tudo não satisfaz
Não me venha com a dor
De quem não conseguiu
Quero insatisfação
Tudo que preciso é impreciso
Não me cabe definir de antemão
Os meus desejos, eles surgem
Como bolhas de sabão da mão de uma criança
Como ondas
Como nuvens
Como qualquer coisa viva
O que passou não vale a pena
Quero o que tem por vir
Foi sempre assim e sempre vai ser
Nós queremos sempre mais
Tudo não satisfaz
Tudo não satisfaz
Não me venha com a dor
De quem não conseguiu
Quero insatisfação
Tudo que preciso é impreciso
Não me cabe definir de antemão
Os meus desejos, eles surgem
Como bolhas de sabão da mão de uma criança
Como ondas
Como nuvens
Como qualquer coisa viva
( Bolhas de sabão - Biquíni Cavadão)
Solidão
- Sabe, às vezes eu me incomodo com a solidão, mas eu sempre afasto as pessoas quando elas me conhecem a fundo...
- É bonito e ao mesmo tempo triste isso q vc disse.
- Porquê?
- Eu acho que solidão só se resolve quando a gente encara ela de frente. A gente pode estar cercado de um servidor de gente e estar só.
- É, isso é verdade... Mas, sei lá... Sabe aqueles casais que vivem brigando mas não conseguem se separar?
- Sei.
- É bonito e ao mesmo tempo triste isso q vc disse.
- Porquê?
- Eu acho que solidão só se resolve quando a gente encara ela de frente. A gente pode estar cercado de um servidor de gente e estar só.
- É, isso é verdade... Mas, sei lá... Sabe aqueles casais que vivem brigando mas não conseguem se separar?
- Sei.
- É assim eu e a solidão, eu vivo querendo alguém pra não ficar só, mas sempre acabo voltando com ela...
Nat
(Colaboração: Jeison C. Barbosa)
(Colaboração: Jeison C. Barbosa)
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Bem lá no céu uma lua existe
Vivendo só no seu mundo triste
O seu olhar sobre a terra lançou
E veio procurando por amor
Então o mar frio e sem carinho
Também cansou de ficar sozinho
Sentiu na pele aquele brilho tocar
E pela lua foi se apaixonar
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